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Rosangela Renno

Desde 1962

Biografia

É uma artista plástica brasileira. Formada em Arquitetura pela UFMG e em Artes Plásticas pela Escola Guignard, BH. Doutora em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
Mineira, há mais de vinte anos no Rio de Janeiro, Rosângela Rennó é citada quando o assunto é a imagem fotográfica e seus desdobramentos. Em seus primeiros trabalhos, ainda na década de 80, Rennó propunha a ressignificação de imagens preexistentes. Negando-se a produzir novas fotografias a artista voltava seu foco de interesse para imagens recolhidas em álbuns e arquivos fotográficos de sua família.
Com sua mudança para o Rio de Janeiro, Rennó passou a trabalhar com centenas de negativos de retrato 3x4 adquiridos em estúdios populares e lambe-lambes da cidade. Mais tarde voltou-se para a narrativa fotográfica, recolhendo textos que falavam de fotografia em jornais de circulação nacional. Com esse material a artista construiu o Arquivo Universal, um banco de informações cuja articulação, no campo das artes visuais, propicia uma inverSão do código fotográfico: ao espectador a artista não oferece a imagem e sim o texto que a comenta. A partir da leitura dos textos e do repertório iconográfico do próprio espectador é que a imagem é construída Recebe bolsas da Civitella Ranieri Foundation, de Umbertide, Itália, em 1995; da Fundação Vitae, em 1998; e da John Simon Guggenheim Memorial Foundation, de Nova York, em 1999. .Começou a expor em 1985, obtendo em pouco tempo rápido reconhecimento nacional e internacional, o que a levou a ter trabalhos incluídos em algumas das mais importantes coleções públicas, como as do Museo Nacional Reina Sofia (Madri); do Arts Institute of Chicago; da Tate Modern (Londres); da Daros LatinAmerica (Zurique); e do Stedelijk Museum (Amsterdã).
Realizou numerosas exposições individuais e coletivas, tendo participado de duas edições da Bienal Internacional de São Paulo (a 24ª, em 1994, e a 29ª, em 2010); de duas edições da Bienal de Artes Visuais do Mercosul (a 1ª, em 1997, e a 7ª, em 2009), da 50ª Bienal de Veneza, em 1993, e da 6ª Bienal de Havana, em 1997. Conquistou bolsas do Centro Nacional de Pesquisa Tecnológica, em 1991; da Fundação Nacional de Artes, em 1992; da Civitella Ranieri Foundation, de Umbertide (Itália), em 1997; da Fundação Vitae, em 1998, assim como da Guggenheim (EUA), em 1999. Em 2003, é publicado o livro Rosangêla Rennó: [O Arquivo Universal e Outros Arquivos], pela Cosac & Naify.

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