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Heitor dos Prazeres

1898 à 1966

Biografia
Exímio tocador de cavaquinho, chegou a criar um método revolucionário de ensino desse instrumento. Fundou escolas de samba, entre elas a da Mangueira, e notabilizou-se como compositor de música popular. Começou a pintar em meados dos anos 30 e seus temas de eleição eram mulatas, malandros, o samba e o mundo da favela. Participou da Bienal de São Paulo desde sua primeira edição, em 1951. Seu currículo inclui diversas individuais no Brasil e participação em mostras nacionais e internacionais. Em Londres, um de seus quadros foi adquirido pela rainha, conforme nos informa Walmir Ayala em seu dicionário de pintores (2a. edição revisada e ampliada, Editora UFPR, 1997). Entre 1994 e 1995, integrou a mostra da Coleção Unibanco, na Casa da Cultura de Poços de Caldas (MG) e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 1999, a galeria do BNDES e o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, inauguraram mostras sobre sua vida e obra. Referências: Três primitivos (MEC, 1953), de Rubem Braga; artistas brasileiros: acervo do Grupo Sul América de Seguros (Colorama, 1975), O Brasil por seus artistas (MEC, 1979) e arte brasileira (Colorama, 1985), de Walmir Ayala; entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubrind (JB, 1987), de Roberto Pontual, 150 anos de pintura no Brasil: 1820/1970 (Ilustrado pela coleção Sérgio Fadel, Colorama, 1989), de Donato Mello Júnior, Ferreira Gullar e outros; cronologia das artes plásticas no Rio de Janeiro: 1816-1994 (Topbooks, 1995), de Frederico Morais.

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