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Flávio de Carvalho

Ano: dê 1899 à 1973

Biografia:
Flávio Resende de Carvalho nasceu em Amparo da Barra Mansa, no Rio de Janeiro. Freqüentou aulas de pintura na King Edward the Seventh School of Fine Arts, em Newcastle (Inglaterra), em 1918, e o curso de engenharia civil na Universidade de Durham, na qual se formou em 1922. Nesse ano passou a viver em São Paulo, apresentou projetos em vários concursos de arquitetura, a maior parte deles não concretizada, embora a crítica os considerasse marcos da arquitetura brasileira. Em 1931, realizou o polêmico evento Experiência Nº 2, em São Paulo, em que caminhou, com boné na cabeça, em sentido contrário ao de uma procisSão católica para estudar a reação popular, e publicou livro com o mesmo nome. Em 1932, participou do Movimento Constitucionalista como capitão engenheiro. Entre 1932 e 1934, abriu um ateliê, onde fundou o Clube dos Artistas Modernos, com Antonio Gomide (1895-1967), Di Cavalcanti (1897-1976) e Carlos Prado (1908-1992). Inaugurou, em São Paulo, o Teatro da Experiência com o Bailado do Deus Morto e expôs, pela primeira vez, no Prédio Alves de Lima, na Rua Barão de Itapetininga - a mostra foi fechada pela polícia e posteriormente reaberta por ordem judicial. Em 1947, realizou os desenhos da série Minha Mãe Morrendo, na qual registrou a agonia da própria mãe. Na década de 50, realizou a Expedição Civelli, na Ilha do Bananal, em Goiás, os cenários e figurinos para o bailado A Cangaceira, do Ballet do 4º Centenário, e o cenário para o Bailado com Música, de Prokofiev. A partir de 1955 passou a escrever à coluna Casa, Homem e Paisagem no Diário de São Paulo. Em 1956, realizou em São Paulo o evento Experiência Nº 3, que consistiu numa passeata no Viaduto do Chá, em que o artista vestiu saiote e blusa de mangas curtas e folgadas, conjunto denominado Traje Tropical. Em 1968, realizou o Monumento a García Lorca, destruído por um grupo armado em 1969. O monumento foi reerguido e encontra-se na Praça das Guianas, em São Paulo.

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